terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Consulta eletrônica da Campanha 10% do PIB para a Educação Pública já; Divulgue
Consulta eletrônica - A campanha 10% do PIB para a Educação Pública, além do plebiscito, está promovendo uma consulta eletrônica.
Para votar, basta acessar: http://www.dezporcentoja.com.br/ e inserir as informações solicitadas.
Esta consulta é importante para ampliarmos a participação popular, nesta campanha. Deve ser trabalhada e amplamente divulgada nos sites dos sindicatos, das associações e movimentos. Mas, não substituí o voto em cédula, por isso, é importante continuar com a coleta de votos e divulgação do plebiscito nos postos de coleta de sua cidade.
Os votos da consulta eletrônica serão computados automaticamente por cidade e estados.
Coleta de votos do plebiscito é prioridade – Neste momento além da divulgação da consulta eletrônica, deve ser tratado como prioridade pelas entidades a coleta de votos desse plebiscito. Nessas duas semanas é importante dar o gás necessário, montar as urnas e prosseguir com coleta em escolas, portas de fábricas, terminais de ônibus e metrô, feiras e outros lugares nos quais existam fluxo de pessoas. Outra orientação importante é que nas escolas ou universidades que estão parcialmente em férias, a coleta deve ser complementada em locais públicos.
Divulgação dos números - É preciso também informar o número de votos coletados à centralização da campanha no Comitê da Região e CSP-Conlutas. Isso deve ser feito ao menos duas vezes por semana pelo e-mail: dezporcentoja@cspconlutas.org.br
Apuração – Cada entidade deve se responsabilizar pela apuração dos votos coletados e garantir o preenchimento adequado da ata de apuração,o recolhimento das listas de votação bem como o encaminhamento deste material para o Comitê da região. Se não houver um comitê em sua região encaminhar o material para a sede da CSP-Conlutas Nacional na Rua Boa Vista.11º andar- Centro-São Paulo-SP- CEP 01014-000.
Aposentados se integram na campanha – A Federação dos aposentados do estado de São Paulo entrou no plebiscito colocando urnas para coleta de votos dos associados nos seus eventos. Vão também colocar em sua página o link da consulta eletrônica.
A Admap (Associação Democrática dos Metalúrgicos Aposentados e Pensionistas de São José dos Campos) participa ativamente o plebiscito recolhendo votos e fazendo a campanha além de urnas volantes, a associação tem urna fixa na praça Afonso Pena em São José dos Campos que permanecerá no local até o fim da campanha.
Fonte: CSP-Conlutas
Para votar, basta acessar: http://www.dezporcentoja.com.br/ e inserir as informações solicitadas.
Esta consulta é importante para ampliarmos a participação popular, nesta campanha. Deve ser trabalhada e amplamente divulgada nos sites dos sindicatos, das associações e movimentos. Mas, não substituí o voto em cédula, por isso, é importante continuar com a coleta de votos e divulgação do plebiscito nos postos de coleta de sua cidade.
Os votos da consulta eletrônica serão computados automaticamente por cidade e estados.
Coleta de votos do plebiscito é prioridade – Neste momento além da divulgação da consulta eletrônica, deve ser tratado como prioridade pelas entidades a coleta de votos desse plebiscito. Nessas duas semanas é importante dar o gás necessário, montar as urnas e prosseguir com coleta em escolas, portas de fábricas, terminais de ônibus e metrô, feiras e outros lugares nos quais existam fluxo de pessoas. Outra orientação importante é que nas escolas ou universidades que estão parcialmente em férias, a coleta deve ser complementada em locais públicos.
Divulgação dos números - É preciso também informar o número de votos coletados à centralização da campanha no Comitê da Região e CSP-Conlutas. Isso deve ser feito ao menos duas vezes por semana pelo e-mail: dezporcentoja@cspconlutas.org.br
Apuração – Cada entidade deve se responsabilizar pela apuração dos votos coletados e garantir o preenchimento adequado da ata de apuração,o recolhimento das listas de votação bem como o encaminhamento deste material para o Comitê da região. Se não houver um comitê em sua região encaminhar o material para a sede da CSP-Conlutas Nacional na Rua Boa Vista.11º andar- Centro-São Paulo-SP- CEP 01014-000.
Aposentados se integram na campanha – A Federação dos aposentados do estado de São Paulo entrou no plebiscito colocando urnas para coleta de votos dos associados nos seus eventos. Vão também colocar em sua página o link da consulta eletrônica.
A Admap (Associação Democrática dos Metalúrgicos Aposentados e Pensionistas de São José dos Campos) participa ativamente o plebiscito recolhendo votos e fazendo a campanha além de urnas volantes, a associação tem urna fixa na praça Afonso Pena em São José dos Campos que permanecerá no local até o fim da campanha.
Fonte: CSP-Conlutas
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Carta aos professores do estado
Nós, do coletivo CSP-CONLUTAS pela base na Educação, procuramos através desse panfleto debater com os professores da rede estadual e outros que tem dúvidas, a respeito de nossa posição sobre a suspensão da greve e dos próximos passos a serem seguidos.
Nossa posição
Não somos semelhantes a diversos grupos políticos que defendem greve até o Juízo Final. Lutamos pela preservação da unidade da categoria. Naquele momento estávamos com a categoria dividida, o que se expressou nos zonais, comando de greve e na própria assembleia. Pela falta de democracia da direção do sindicato APEOC, que aplicou um golpe no momento da votação, a confusão se generalizou e restaram dúvidas acerca de que proposta venceu. Somos contra esse tipo de manobra política que foi vergonhosa. O correto teria sido a simples contagem de votos e o respeito à determinação da maioria, independentemente de que posição passasse.
Percebemos a divisão e pensamos na impossibilidade de se manter a greve com a categoria dividida entre suspender ou continuar. Somos da opinião que a continuidade da greve naquelas condições colocaria o risco de voltarmos desorganizados e divididos. Em nenhum momento acreditamos que o governo estadual mudaria sua postura atendendo os anseios da categoria: piso repercutindo na carreira e 1/3 de hora de planejamento. Naquele momento avaliamos que nossa tática seria a suspensão da greve de forma mobilizada. Portanto, nossa posição levou em consideração duas questões: a necessidade de preservar a unidade entre nós e o fato de acreditarmos no poder de organização e mobilização da categoria, demonstrado durante toda a greve.
Em que consistiria essa tática? Consistiria num calendário de mobilização com duas assembleias durante esse mês de suspensão, atos contra o governo e operação tartaruga para mobilizar pais, professores e alunos com objetivo de responder às propagandas caluniosas apresentadas pelo governo... Enfim retomar o contato e aumentar nosso grau de mobilização com a sociedade. Mas os professores foram traídos, a diretoria da APEOC, seguindo o exemplo da CUT que levou ao fracasso diversas greves no país este ano, impôs um calendário desmobilizador.
Em nossa opinião, a suspensão, mesmo com os boicotes do sindicato, mostrou-se correta, porque a categoria conseguiu acumular forças, manteve-se viva e animada, retomou o contato com escolas e professores que estavam enfraquecidos. Construiu pela base uma mobilização importante, que deixou Governo e APEOC na defensiva.
O que fazer agora?
Fruto de uma forte greve, de uma luta organizada e heroica, os professores conseguiram arrancar uma proposta do Governo. Tivemos uma vitória parcial, pois a atual proposta do governo mantém os direitos da nossa carreira. E essa é uma conquista do nosso movimento.
Porém, nossa principal reivindicação (Piso repercutindo na carreira e valorização da maioria da categoria, especialistas e graduados) não foi atendida. Especialistas e probatórios, que são a maior parte da categoria, na prática, tiveram ganhos pífios. Além disso, não aceitamos investimento zero em 2013 e 2014 na estrutura e compra de materiais didáticos em troca de um aumento de 7,5%. Trata-se de uma afronta e uma tentativa de colocar sob os ombros da categoria a responsabilidade da crise da escola pública. Acreditamos, portanto, que os professores devem rechaçar a atual proposta e iniciar a construção de uma nova greve.
Quem são nossos inimigos?
Nosso principal inimigo é o Governo Cid Gomes. Também são nossos inimigos a política de não mobilização e conciliação da direção da APEOC e da CUT, que atuam como representantes do Governo dentro da categoria. Mas, infelizmente, correntes organizadas dentro do movimento elegeram como seu principal inimigo nessa greve a CSP-Conlutas e, em especial, a companheira Nivânia.
Essas correntes, que não possuem nenhum compromisso com a luta da categoria, utilizaram de métodos desonestos. Como a difamação, intimidação e calúnia. Chegando a tal ponto de impedirem, com vaias e insultos, a fala da companheira. Esse tipo de postura só contribuiu para fortalecer o sindicato APEOC e o Governo, pois enfraqueceu a luta da categoria.
Repudiamos a atitude de perseguição dessas correntes em relação à CSP-Conlutas e conclamamos a categoria a lutar contra seus verdadeiros inimigos, Cid e APEOC.
Venha se reunir conosco. Venha construir a luta dos professores e a CSP-Conlutas!
Fruto de uma forte greve, de uma luta organizada e heroica, os professores conseguiram arrancar uma proposta do Governo. Tivemos uma vitória parcial, pois a atual proposta do governo mantém os direitos da nossa carreira. E essa é uma conquista do nosso movimento.
Porém, nossa principal reivindicação (Piso repercutindo na carreira e valorização da maioria da categoria, especialistas e graduados) não foi atendida. Especialistas e probatórios, que são a maior parte da categoria, na prática, tiveram ganhos pífios. Além disso, não aceitamos investimento zero em 2013 e 2014 na estrutura e compra de materiais didáticos em troca de um aumento de 7,5%. Trata-se de uma afronta e uma tentativa de colocar sob os ombros da categoria a responsabilidade da crise da escola pública. Acreditamos, portanto, que os professores devem rechaçar a atual proposta e iniciar a construção de uma nova greve.
Quem são nossos inimigos?
Nosso principal inimigo é o Governo Cid Gomes. Também são nossos inimigos a política de não mobilização e conciliação da direção da APEOC e da CUT, que atuam como representantes do Governo dentro da categoria. Mas, infelizmente, correntes organizadas dentro do movimento elegeram como seu principal inimigo nessa greve a CSP-Conlutas e, em especial, a companheira Nivânia.
Essas correntes, que não possuem nenhum compromisso com a luta da categoria, utilizaram de métodos desonestos. Como a difamação, intimidação e calúnia. Chegando a tal ponto de impedirem, com vaias e insultos, a fala da companheira. Esse tipo de postura só contribuiu para fortalecer o sindicato APEOC e o Governo, pois enfraqueceu a luta da categoria.
Repudiamos a atitude de perseguição dessas correntes em relação à CSP-Conlutas e conclamamos a categoria a lutar contra seus verdadeiros inimigos, Cid e APEOC.
Venha se reunir conosco. Venha construir a luta dos professores e a CSP-Conlutas!
Reuniões: Último sábado de cada mês, às 15h no Sindicato dos Rodoviários (SINTRO) – Av. Tristão Gonçalves, 1380 – Centro (em frente ao Hospital SOS); Contato: 3206 6650 / Félix: 88003795.
Visite nosso blog: http://cspconlutaspelabasenaeducacao.blogspot.com/
Participe do Plebiscito Nacional pelos 10% do PIB para educação pública, já!
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A educação no Brasil e os 10% do PIB para a educação pública já!
Durante o Governo Lula e Dilma, o Brasil passou da décima para a sétima economia do mundo. No entanto, nestes mesmos governos, o Brasil praticamente não avançou em problemas elementares da educação, como o fim do analfabetismo e o acesso à educação básica. Nesta quinzena, o Contra-corrente* é dedicado à análise do Plano Nacional da Educação (PNE) e à Campanha dos 10% do PIB para a Educação Pública já!
Por Fernando Antônio Soares dos Santos (Nando Poeta), professor e sociólogo e Nazareno Godeiro, pesquisador do ILAESE, ambos da Coordenação Nacional do ILAESE.
Fonte: ILAESE
*Boletim Quinzenal de Conjuntura Econômica do ILAESE - Instituto Latinoamericano de Estudos Socieconômicos.
*Boletim Quinzenal de Conjuntura Econômica do ILAESE - Instituto Latinoamericano de Estudos Socieconômicos.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Sul aprovam greve por tempo indeterminado
Reunidos em assembleia geral na última sexta-feira (18), no Gigantinho, em Porto Alegre, os educadores aprovaram a realização de uma greve por tempo indeterminado. A categoria exige a implementação do piso salarial para professores e funcionários de escola.
A categoria também cobra a retirada dos projetos de reforma do ensino médio e de alterações nos critérios de avaliação dos professores.
A greve foi aprovada por ampla maioria, o que mostra a disposição dos educadores de lutar por uma importante conquista da categoria, pela manutenção dos planos de carreira e por uma educação de qualidade para os filhos dos trabalhadores gaúchos.
Após a assembleia geral, os educadores realizaram uma caminhada até o Palácio Piratini, no centro da capital gaúcha. Na sede do governo estadual foi entregue um documento oficial comunicando a decisão da categoria e os motivos da greve.
Em frente ao Piratini foi lembrado que os governos, invariavelmente, dão às costas para os trabalhadores. Durante as campanhas eleitorais fazem promessas e, depois de eleitos, usam de inúmeros artifícios para não atender as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.
Foi lembrado também que o final do ano letivo está nas mãos do governador Tarso Genro que deve garantir o pagamento do piso salarial e retirar os projetos que atacam a educação e os educadores.
Assim como os trabalhadores são obrigados a cumprir leis, como a que regra o número horas aula por ano, o governo também deve cumprir leis, como a do piso salarial.
A mobilização começa imediatamente. No sábado (19), às 9h, na sede do sindicato em Porto Alegre, acontece a primeira reunião do Comando de Greve. Comandos também serão instalados nos núcleos da entidade. Uma nova assembleia geral será realizada no próximo dia 24, na Praça da Matriz, em Porto Alegre.
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
Fotos: Cristiano Estrela
Fonte: http://www.cpers.org.br/
domingo, 20 de novembro de 2011
Sindicalistas da CSP-Conlutas viajam para República Dominicana e o Haiti
Eles participam de encontro sindical caribenho e de atividades de solidariedade ao povo haitiano
No dia 18 os companheiros Gilberto Gomes, o Giba, dirigente da Federação Sindical Democrática de Minas Gerais e Antonio Barros, o Macapá, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos viajam para a República Dominicana e para o Haiti.
Entre os dias 18 a 22 participarão em Santo Domingo, República Dominicana, do VIII Encontro Latino Americano e Caribenho de Sindicalistas. E nos dias 23 a 27 estarão visitando o Haiti onde participarão de atividades em solidariedade ao povo haitiano em sua luta contra a presença das tropas de ocupação da Minustah.
Estarão levando o apoio à luta contra a ocupação e suas conseqüências. O recrudescimento da violência e repressão, com prisões arbitrárias em manifestações, desrespeito ao direito de organização sindical, junto com uma política de privilegiar o ressurgimento organizado dos Tonton Macoutes, banda paramilitar assassina utilizada pelas ditaduras de Papa Doc e Baby Doc.
É a forma de buscar a “estabilidade” do Haiti utilizada pela Minustah com a cumplicidade da imensa maioria dos governos latino americanos. Repressão direta para manter os baixos salários, nenhuma ajuda humanitária de fato, violações, estupros, prisões e agora a tentativa de “criar” um exército ou policia nacional no Haiti se apoiando no que de pior tem no país: os Tonton Macoute.
Abaixo enviamos uma moção que queremos colher assinaturas, para que os companheiros possam entregar tanto para o Comando da Minustah quanto para o Governo Martely.
Pedimos que todos assinem e repassem para suas listas mais essa iniciativa de solidariedade.
Enviar para dirceutravesso1@gmail.com e batay@batayouvriye.org
Abaixo Assinado Haiti
Nós, abaixo assinados, exigimos a imediata retirada das tropas de ocupação da ONU no Haiti. Desde o inicio os governos dos países que se somaram a missão da ONU tem dado apoio a uma vergonhosa política colonialista, racista e de dominação econômica e militar do povo haitiano para garantir os interesses das grandes empresas internacionais e do imperialismo.
Temos assistido, nos últimos 7 anos, ataques às liberdades democráticas, prisões e repressão dos haitianos, além de violações de mulheres e crianças.
Agora, com o governo Martelly veio o ressurgimento dos instrumentos locais para repressão, intimidação e dominação do povo haitiano, como as bandas paramilitares, como faziam os Tonton macoutes. Também se pensa retornar com o exército macoute de antes. Em outras palavras: está ressurgindo a ditadura dos macoutes , agora fortalecida com o retorno de Baby Doc. Tudo isto só pode acontecer pela presença das tropas de ocupação e sua política, por traz do discurso de ajuda humanitária, de impedir o livre direito de organização e autodeterminação do povo haitiano.
São exemplos disso os casos recentes como a demissão de dirigentes sindicais do recém fundado Sindicato SOTA, as prisões de ativistas em manifestações, novos casos de estupros e assassinatos, sempre com a participação direta ou no mínimo conivência das tropas de ocupação.
Por isso, exigimos:
- Readmissão dos dirigentes do sindicato SOTA e seu reconhecimento real pela patronal. Pela livre organização sindical no Haiti;
- Fim da repressão ao povo haitiano e dos trabalhadores em particular;
- Abaixo a ditadura neo-duvalierista de Martelly;
- Fim da ocupação militar do Haiti. Abaixo a Minustah!
Fonte: CSP-CONLUTAS
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