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| Ivo Gomes e direção majoritária do SINDIUTE. |
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
ROBERTO CLAUDIO, NOSSOS DIREITOS NÃO ESTÃO A VENDA!!!
Na última Assembleia da categoria, um encontro representativo, os professores do município recusaram a proposta de calendário – que amplia abusivamente a carga de trabalho nas escolas – apresentada pela gestão Roberto Claudio, na figura de seu secretário de Educação Ivo Gomes, e defendida pela DIREÇÃO MAJORITÁRIA do SINDIUTE. Diante da proposta da CSP-CONLUTAS a assembleia apontou pela retirada das assinaturas dos diretores do chamado Pacto de Responsabilidade Social e Pedagógica proposto pela prefeitura, que na verdade representava um conjunto de ataques a direitos conquistados pelos professores.
Contudo, apenas conquistamos, de fato, a primeira vitória ao rechaçarmos o calendário da prefeitura/SME. Agora, devemos continuar na luta para impedir a sua implantação nas escolas. Para tanto, exigimos que a DIREÇÃO MAJORITÁRIA DO SINDIUTE respeite a decisão da assembleia e posicione-se contra a aplicação do calendário. Essa deve ser a postura de um sindicato democrático: acatar a decisão de seus representados.
O que representa o calendário de Roberto Claudio e Cid Gomes?
O fato é que Roberto Claudio e Cid Gomes fazem parte de um mesmo projeto político aliado do governo Dilma, que tem como objetivo impor uma lógica de eficiência empresarial ao serviço público. Entende-se por isso corte de gastos para as áreas sociais como educação, saúde e segurança, associada a uma maior carga de trabalho para os servidores, assim como o ataque a qualquer forma de organização coletiva dos trabalhadores.
Roberto Claudio visa aplicar essa lógica em nossas escolas quando oferece plenos poderes aos diretores e impõe um calendário que ataca a jornada de 40 horas semanais, o direito a licença médica, férias e feriados. O projeto em curso visa a retirada definitiva desses direitos. A proposta de calendário letivo de Roberto Claudio vem com um suposto direito de adesão individual. Mas o fato é que não existe democracia real nas escolas e na relação com a gestão. Com a pressão dos diretores com plenos poderes e as ameaças cotidianas, o objetivo é impor o calendário a todos. Os professores que aderirem serão considerados os “responsáveis” e os que não optarem pela adesão serão vistos como “irresponsáveis”. Essa é a base do pacto recentemente. A responsabilidade pedagógica e social para com nossos aluno(a)s é tarefa dos trabalhadores em educação.
O governo oferta uma suposta melhoria salarial a custo da imposição de uma maior carga de trabalho, ao mesmo tempo em que se culpa a greve dos professores pelo calendário atrasado e má qualidade do ensino público. Roberto Claudio quer, com essas práticas, atacar a luta dos professores e suas alternativas de melhoria de condições salariais.
Qual o caminho para conseguir uma verdadeira qualidade na educação pública?
O discurso do governo, na suposta defesa da qualidade da educação, tem como verdadeira intenção atacar conquistas históricas da categoria. Melhorar a qualidade da educação passa por professores melhor renumerados; redução e adequação da quantidade de alunos das turmas superlotadas; 1/3 da hora aula para planejamento; escolas com bibliotecas e laboratórios estruturados; uma menor carga de trabalho para os professores; e aumento do investimento em educação. Propostas que não fazem parte do chamado pacto de responsabilidade social e pedagógica.
Queremos a regularização do calendário, mas não a qualquer custo. Um calendário que não retire direitos, como férias; descanso em feriados e imponha o trabalho aos sábados; ou ampliação da carga de trabalho. Medidas que na realidade não refletem uma real melhoria na qualidade de ensino, mas em um processo de perseguição e adoecimento dos trabalhadores da educação. Portanto, devemos todos dizer NÃO ao calendário do governo. Nossos direitos não estão à venda!
- Nenhum direito a menos!
- Contra a aplicação do calendário do governo Roberto Claudio e DIREÇÃO MAJORITÁRIA!
- Redução da carga de trabalho com aumento salarial!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
CALENDÁRIO DE 2013: PROPOSTA DO GOVERNO VAI NA CONTRAMÃO DAS REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA
A luta dos professores da rede municipal pela defesa e manutenção de seus direitos e conquistas é histórica. Governo após governo temos nos enfrentado para garantir nossos direitos.
A exemplo, na nossa luta e memorável greve pela implementação da lei do Piso, sofremos a derrota de perca dos 30% da regência. No entanto alcançamos algumas conquistas, tais como a implementação das 40h de jornada de trabalho e o 1/3 de planejamento, que o governo boicotou e cedeu pela pressão do movimento somente o 1/5.
O governo atual já prepara mais um ataque à categoria. Propõe um calendário escolar com o retorno ao sábado letivo, retirada de parte das férias e 5º tempo para professores (as) do 1º e 2º ano. Anulando assim as conquistas anteriores alcançadas pela categoria.
Disfarçadamente, o governo anula direito no que diz respeito à jornada de trabalho (40h) e coloca como opcional o trabalho renumerado aos sábados, compra de férias e acréscimo, também renumerada, da jornada dos 1º e 2º ano. Esse aumento da jornada prejudica, principalmente, a vida da mulher trabalhadora, majoritária em nossa categoria, já que, por muitas vezes, aumenta a já ampla carga de trabalho docente que somando-se aos trabalhos de cozinhar, lavar e passar – ou seja, o trabalho doméstico – que em regra recaem sobre as mulheres trabalhadoras.
Considerando que tivemos 30% da nossa regência incorporada, sem uma real valorização profissional prevista na lei do piso, a categoria continua com salários rebaixados. Aproveitando-se da nossa condição salarial, o governo objetiva tratar o setor público à maneira do setor privado, propondo compra de férias, “hora-extra” e trabalho aos sábados.
DIREÇÃO DO SINDICATO PRECISA SER FIRME
Veladamente a direção majoritária do SINDIUTE acata a decisão do governo, quando sequer propõe que o sindicato adote uma oposição acerca do calendário na reunião de diretoria. Trata-se de um erro o sindicato assinar um Pacto de Responsabilidade Social e Pedagógica pelos estudantes da rede pública de Fortaleza. Não podemos dividir com o governo a culpa pela crise que passa a rede pública municipal.
Por que nesse pacto não se propõe efetivação da lei do piso, 1/3 de planejamento para o próximo ano letivo, aumento de investimento na educação, redução da quantidade de alunos por sala, concurso público para professor, respeito aos direitos como a redução de carga horária e a licença-prêmio, eleições democráticas para diretor, construção de creches, incentivo a formação profissional? Falar de responsabilidade social e pedagógica para com nossos alunos sem tocar nesses assuntos soa como uma piada de muito mal gosto. Querem colocar na desorganização do calendário e, portanto, na greve a culpa por todos os males que afligem o ensino público. Parece que Ivo Gomes e Roberto Cláudio são adeptos que o fracasso escolar é de responsabilidade dos professores.
Não podemos perder o rumo da nossa campanha salarial
- Nenhuma confiança no governo de Roberto Cláudio!
- Queremos o que nos é de direito tomado pelos governos: 27% de reajuste e 1/3 para planejamento!
- Contra a proposta de Ivo de Gomes de fechar um acordo salarial para os próximos 4 anos.
- Nenhum direito a menos: Contra o calendário da SME. Garantia da licença-prêmio e a redução de carga horária!
- Eleições diretas e democráticas para diretor(a)!
- Transformação da UTE em sindicato municipal decidida pelos professores. Assembleia já!!!!
Convocamos todos para reunião da CSP CONLUTAS PELA BASE NA EDUCAÇÃO – Venha lutar conosco:
Local: SINTRO – Av. Tristão Gonçalves, 1380 – Centro.
Data: 23/02/2013 – 15:00 horas
Informações: Francisca: 86032926 / Felix: 88003795
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Professores de Fortaleza rejeitam calendário
Os professores da rede municipal de Fortaleza reuniram-se ontem, 18 de fevereiro, em assembleia geral. A assembleia teve grande participação da categoria e rechaçou o novo calendário divulgado pela Secretaria de Educação, que inclui sábados, parte das férias de julho e feriados.
Ademais, a categoria aprovou que o Sindiute retire seu nome do “Pacto pela Educação”, visto que o mesmo representa um retrocesso para categoria, pois flexibiliza direitos, como férias e jornada de trabalho. Os professores não se deixaram iludir pelo caráter opcional de alguns itens, já que isso tem como objetivo dividir e confundir a categoria.
Reafirmou-se também o ato de quinta-feira (21/02), em frente ao Paço Municipal às 10h.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
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